domingo, 4 de outubro de 2015

AFINAL O QUE É ESSA TAL GESTÃO DO CUIDADO?



 A GESTÃO DO CUIDADO. 



Pensar em Gestão do Cuidado nesse momento em que atravessamos no Ministério da Saúde, com a mudança  do Ministro da Saúde e a reforma ministerial assume, a meu ver, um papel muio relevante que vai para além do que se conceitua como Gestão do Cuidado, perpassa para o nosso cotidiano.
Pensar em gestão do cuidado, particularmente falando que os sujeitos devem ser também participantes em seus projetos terapêuticos, por exemplo, me remete ao dias que estamos vivendo, onde cada um apoia o outro e o ajuda a ver um novo horizonte que se desenha. Muitas das vezes, exercemos um cuidado que, descompromissado, acaba por ajudar o outro que necessita, mas quando exercemos esse papel para que possa provocar um movimento de reconforto esse cuidado se torna dispositivo de mudança. Mudança no sentido e na maneira como as coisas são vistas, sentidas, e até entendidas. 
Nesse momento, eu, usando de tecnologias leves, consigo construir ao meu redor, um caminho de cuidados que me fazem sujeito ativo no sentido de tentar transformar angústias, dores, medos, incertezas, em um possível horizonte de novas e outras possibilidades. 
Fácil? Nem um pouco, mas mesmo com todo esse cenário que vem se desenhando, estamos nos cuidando e cuidando de todos os sujeitos no sentido de que mantenham a sua alegria e confiança, porque o nosso objetivo é maior que qualquer momento nebuloso que estejamos passando. 
Gestão do cuidado, nesse momento, para mim é isso, guardar toda a incerteza e insegurança que trago comigo, para me transformar em sujeito de apoio ao que está necessitando nesse momento tão delicado e, porque não dizer, desolador!

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